O CLIC se organiza em cinco produtos distintos, que atendem a ciclos de contratação e necessidades diferentes — do programa longitudinal de seis níveis à cadeira de assessoria ao lado do dirigente. Todos partem do mesmo princípio: capacidade estatal se constrói dentro do Estado, com servidoras e servidores como protagonistas da sua própria formação digital.
O produto estrutural do CLIC. Seis níveis progressivos que levam servidoras e servidores não técnicos do primeiro contato com IA até a construção autônoma de sistemas funcionais — sem passar por dependência de fornecedor.
Cada nível entrega uma solução real aplicada ao contexto de trabalho do participante, registrada na plataforma de continuidade e disponível para reaplicação em outras áreas do órgão.
O produto com maior maturidade do portfólio. Quatro oficinas já realizadas, com alta adesão e soluções reais entregues por servidoras de diferentes áreas. Demonstrou que, quando o recorte é pensado a partir da realidade de quem está na sala, o letramento digital deixa de ser abstrato.
Mais que capacitação técnica: CLIC Mulheres forma também rede entre servidoras, cria referência interna em IA dentro dos órgãos e aborda vieses algorítmicos a partir da perspectiva de quem é estatisticamente mais afetada por eles.
Oficinas que ensinam as mesmas ferramentas técnicas — IA generativa, automação, dados, sistemas — mas lidas sob uma chave crítica: quem é afetado quando o algoritmo erra? E como construir sistemas públicos que não reproduzam, em escala automatizada, as desigualdades que a Constituição manda reduzir.
Voltadas a defensorias, ouvidorias, ministérios e secretarias de direitos humanos, órgãos de controle social e coordenações de equidade. Conteúdo técnico real — não palestra sobre "IA ética". Servidora sai com solução funcionando e com repertório para tensionar vieses dentro do seu próprio órgão.
Formato mais enxuto do portfólio — de 45 a 90 minutos. Serve para abrir ciclos formativos, ativar semanas do servidor, compor programações de congressos e eventos institucionais ou introduzir um órgão aos temas do CLIC antes de um programa maior.
Temas alinhados ao posicionamento da casa: letramento digital no Estado, capacidade estatal e IA, vieses algorítmicos e serviço público, o que servidoras podem construir sozinhas com IA, dependência tecnológica e autonomia institucional.
O produto de menor volume e maior intensidade do portfólio. Para quem precisa decidir, destravar ou construir uma coisa específica em IA — e não tem tempo ou mandato para passar por um programa longitudinal coletivo.
Três trilhas: Liderança, para dirigentes que precisam decidir sobre IA sem virar técnicos; Técnico, para servidor(a) com um problema concreto na mesa; e Equipe, para até cinco pessoas de uma mesma área com desafio comum. Ritmo escolhido pelo cliente — pontual, sprint ou contínuo.
Os cinco produtos podem ser contratados em três formatos comerciais, alinhados ao ritmo real das compras públicas. Todos partem do mesmo princípio: o conhecimento fica na instituição, não na consultora.
Execução dos níveis iniciais ou de uma oficina temática. Gera primeiras soluções e serve para avaliar impacto antes de escalar. Ideal para órgãos que querem começar sem comprometer orçamento anual.
Execução integral do produto contratado — seja o programa em 6 níveis, o ciclo CLIC Mulheres ou uma trilha de DH. Consolida portfólio de soluções e estrutura capacidade institucional.
Programa completo somado à plataforma de continuidade, curadoria de soluções e governança. Instala capacidade contínua no órgão. Para instituições que tratam transformação digital como política de longo prazo.