Produto 04 · Porta de entrada · Formato curto

Quatro palestras,
quatro portas
de entrada.

Palestras de 45 a 90 minutos, pensadas para abrir ciclos formativos, ativar semanas do servidor, compor programações de congressos e eventos institucionais — ou introduzir uma instituição aos temas do CLIC antes de um programa mais longo.

Cada palestra parte de uma tese forte e chega em formato aplicável. São os recortes principais do trabalho do CLIC, traduzidos para o tempo curto de um evento — sem perder densidade, mas respeitando o ritmo de uma plateia que não veio para uma oficina.

→ Ficha rápida
Repertório
04 palestras ativas
Duração
45 a 90 minutos
Formato
Presencial, remoto ou híbrido
Função
Porta de entrada — frequentemente precede oficina ou programa
Contratação
Unitária ou em pacote (03 ou 05)
Customização
Recortes adaptados ao evento contratante
Público alta gestão · áreas técnicas · eventos institucionais Tom editorial-crítico, com base prática Ciclo comercial curto · alta frequência
→ Próximo compromisso
Em brevea confirmar
Calendário MMXXVI
→ Encontro Nacional de Laboratórios de Inovação · ENAP

Letramento digital como infraestrutura:
por que o Estado precisa formar antes de contratar.

Encontro Nacional de Laboratórios de Inovação em Governo

Palestra dirigida a labs de inovação pública: o letramento digital como camada de infraestrutura institucional — não como treinamento corporativo. Apresenta o modelo do CLIC como resposta prática ao desafio de formar quadros técnicos antes de contratar soluções de IA, reduzindo dependência de fornecedor e ampliando autonomia crítica dentro do órgão.

Próxima
aparição
I.
Repertório · quatro palestras ativas

Quatro recortes, quatro públicos.

Cada palestra nasce de um dos eixos centrais do CLIC e chega em linguagem e ritmo de evento. O contratante escolhe o recorte que dialoga com o momento da sua instituição — e nós adaptamos o tom, o exemplo e o estudo de caso ao vocabulário do órgão.

I. Capacidade estatal & IA
60–90 min

Não existe Estado digital sem quadros digitalmente letrados.

O que não se compreende, se terceiriza — e o Estado que terceiriza o que decide por ele deixa de decidir.

O argumento central do CLIC, em versão keynote. Por que a corrida do Estado brasileiro para adotar IA, sem formação crítica prévia dos próprios quadros, gera dependência de fornecedor, superfaturamento e decisões opacas — e qual o caminho para construir capacidade estatal de verdade, de dentro pra fora.

Público ideal

Alta gestão, áreas de inovação pública, controladorias, órgãos de controle social

Aplicação típica

Abertura de programa anual, seminários de transformação digital, encontros de gestores

II. Mulheres & IA no Estado
45–60 min

Quem constrói a tecnologia decide o futuro — mulheres e IA no setor público.

Diversidade não é pauta social. É requisito técnico para que a IA funcione direito no serviço público.

A palestra apresenta a relação entre mulheres e IA no setor público a partir de uma perspectiva prática. Parte do reconhecimento de que a baixa participação feminina na tecnologia não é apenas uma questão de acesso — é resultado de barreiras estruturais. Mostra, por meio da experiência das oficinas, como servidoras estão deixando o papel de usuárias de sistemas para se tornarem autoras de tecnologia.

Público ideal

Eventos de mulheres em STEM, secretarias de mulheres, redes de servidoras, programas de equidade

Aplicação típica

Congressos de diversidade, Dia Internacional da Mulher, semanas de equidade, aberturas de ciclos formativos femininos

III. Usuárias > autoras
45–60 min

De usuárias a autoras: letramento digital como política pública.

A transformação digital no serviço público não começa com um edital de licitação. Começa com a autoria de quem está dentro.

Uma palestra inspiracional, mas não vazia. Articula a trajetória da idealizadora do CLIC — mulher negra, vinda das humanidades, que migrou para tecnologia a partir do serviço público — com a experiência da plataforma Ascenda e da oficina Servidoras no Comando. Fala a quem precisa começar, não a quem já começou.

Público ideal

Servidoras e servidores em início de trajetória digital, semanas do servidor, eventos institucionais amplos

Aplicação típica

Abertura de programas formativos, semanas temáticas, eventos internos de transformação digital

IV. IA, direitos & governança
60–90 min

IA, Direitos Humanos e atuação pública.

Como usar IA no trabalho público sem automatizar vieses, opacidade e exclusões?

Leitura crítica e aplicada da IA no Estado: por que sistemas algorítmicos automatizam desigualdades históricas quando mal desenhados, e quais são os princípios e marcos regulatórios que o servidor público precisa dominar — Human-in-Command, matriz de risco do EU AI Act, LGPD Art. 20, engenharia de prompts para accountability. Casos documentados (Indiana, Los Angeles, Pittsburgh) como espelho do que pode acontecer aqui.

Público ideal

Defensorias, ouvidorias, secretarias de DH, órgãos de controle, coordenações de equidade

Aplicação típica

Seminários de governança algorítmica, semanas de DH, eventos de controle social, capacitações de risco

→ Quem fala

Sobre a palestrante

Coordenadora-Geral de Riscos e Controle no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, com atuação em transformação digital, governança e gestão de riscos por meio do uso de dados para a tomada de decisão no Estado.

Mulher negra, com formação em História e formações complementares em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Inteligência Artificial e Automação Digital. Liderou a transformação dos serviços de previdência e assistência nas regiões Norte e Centro-Oeste, viabilizando o atendimento remoto por meio da adoção do processo eletrônico.

Criadora da plataforma Ascenda e da oficina Servidoras no Comando, que capacita mulheres em letramento digital por meio da criação de soluções aplicadas ao setor público, promovendo autonomia tecnológica e uso estratégico no trabalho.

II.
Como contratar · três formatos

Três modos de trazer uma palestra para o seu evento.

Escolha o formato que faz sentido para o momento da instituição — da participação pontual num evento específico até uma agenda anual que conecta palestra, oficina e programa.

01

Palestra unitária

Uma aparição pontual com palestra escolhida do repertório, adaptada ao contexto do evento contratante.

  • Uma palestra de 45 a 90 min
  • Reunião prévia de alinhamento
  • Adaptação ao vocabulário do órgão
  • Presencial, remoto ou híbrido
Baixo comprometimento · aparição única
02

Pacote de três

Três palestras contratadas em bloco — mesmo ou diferentes recortes — para compor agenda ao longo do ano ou cobrir ciclo de eventos da instituição.

  • Três palestras à escolha
  • Agenda planejada em conjunto
  • Desconto de volume
  • Continuidade temática opcional
Recorrência · valor agregado
03

Palestra + oficina

Combinação estratégica: palestra como porta de entrada para o órgão, seguida de oficina CLIC Mulheres ou DH no mesmo ciclo — ou como piloto antes de contratar o Programa em seis níveis.

  • Palestra escolhida do repertório
  • Oficina aplicada (temática à escolha)
  • Diagnóstico de próximos passos
  • Caminho claro para escalar
Porta de entrada estratégica · maior retorno
Próximo passo

Qual palestra faz sentido para o seu próximo evento?