Palestras de 45 a 90 minutos, pensadas para abrir ciclos formativos, ativar semanas do servidor, compor programações de congressos e eventos institucionais — ou introduzir uma instituição aos temas do CLIC antes de um programa mais longo.
Cada palestra parte de uma tese forte e chega em formato aplicável. São os recortes principais do trabalho do CLIC, traduzidos para o tempo curto de um evento — sem perder densidade, mas respeitando o ritmo de uma plateia que não veio para uma oficina.
Cada palestra nasce de um dos eixos centrais do CLIC e chega em linguagem e ritmo de evento. O contratante escolhe o recorte que dialoga com o momento da sua instituição — e nós adaptamos o tom, o exemplo e o estudo de caso ao vocabulário do órgão.
O argumento central do CLIC, em versão keynote. Por que a corrida do Estado brasileiro para adotar IA, sem formação crítica prévia dos próprios quadros, gera dependência de fornecedor, superfaturamento e decisões opacas — e qual o caminho para construir capacidade estatal de verdade, de dentro pra fora.
Alta gestão, áreas de inovação pública, controladorias, órgãos de controle social
Abertura de programa anual, seminários de transformação digital, encontros de gestores
A palestra apresenta a relação entre mulheres e IA no setor público a partir de uma perspectiva prática. Parte do reconhecimento de que a baixa participação feminina na tecnologia não é apenas uma questão de acesso — é resultado de barreiras estruturais. Mostra, por meio da experiência das oficinas, como servidoras estão deixando o papel de usuárias de sistemas para se tornarem autoras de tecnologia.
Eventos de mulheres em STEM, secretarias de mulheres, redes de servidoras, programas de equidade
Congressos de diversidade, Dia Internacional da Mulher, semanas de equidade, aberturas de ciclos formativos femininos
Uma palestra inspiracional, mas não vazia. Articula a trajetória da idealizadora do CLIC — mulher negra, vinda das humanidades, que migrou para tecnologia a partir do serviço público — com a experiência da plataforma Ascenda e da oficina Servidoras no Comando. Fala a quem precisa começar, não a quem já começou.
Servidoras e servidores em início de trajetória digital, semanas do servidor, eventos institucionais amplos
Abertura de programas formativos, semanas temáticas, eventos internos de transformação digital
Leitura crítica e aplicada da IA no Estado: por que sistemas algorítmicos automatizam desigualdades históricas quando mal desenhados, e quais são os princípios e marcos regulatórios que o servidor público precisa dominar — Human-in-Command, matriz de risco do EU AI Act, LGPD Art. 20, engenharia de prompts para accountability. Casos documentados (Indiana, Los Angeles, Pittsburgh) como espelho do que pode acontecer aqui.
Defensorias, ouvidorias, secretarias de DH, órgãos de controle, coordenações de equidade
Seminários de governança algorítmica, semanas de DH, eventos de controle social, capacitações de risco
Coordenadora-Geral de Riscos e Controle no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, com atuação em transformação digital, governança e gestão de riscos por meio do uso de dados para a tomada de decisão no Estado.
Mulher negra, com formação em História e formações complementares em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Inteligência Artificial e Automação Digital. Liderou a transformação dos serviços de previdência e assistência nas regiões Norte e Centro-Oeste, viabilizando o atendimento remoto por meio da adoção do processo eletrônico.
Criadora da plataforma Ascenda e da oficina Servidoras no Comando, que capacita mulheres em letramento digital por meio da criação de soluções aplicadas ao setor público, promovendo autonomia tecnológica e uso estratégico no trabalho.
Escolha o formato que faz sentido para o momento da instituição — da participação pontual num evento específico até uma agenda anual que conecta palestra, oficina e programa.
Uma aparição pontual com palestra escolhida do repertório, adaptada ao contexto do evento contratante.
Três palestras contratadas em bloco — mesmo ou diferentes recortes — para compor agenda ao longo do ano ou cobrir ciclo de eventos da instituição.
Combinação estratégica: palestra como porta de entrada para o órgão, seguida de oficina CLIC Mulheres ou DH no mesmo ciclo — ou como piloto antes de contratar o Programa em seis níveis.