O Gabinete CLIC é o produto de menor volume e maior densidade do portfólio: assessoria técnica sob medida para quem precisa decidir, destravar ou construir uma coisa específica em IA — e não tem tempo, interesse ou mandato para passar por um programa longitudinal.
Não é curso, não é consultoria de prateleira, não é terceirização disfarçada. É uma cadeira ao seu lado, por um ciclo combinado, com alguém que lê o problema com você, traduz o que a técnica está dizendo e sai quando o órgão já sabe caminhar sozinho.
O portfólio do CLIC foi desenhado em torno da formação coletiva — oficinas, programas, trilhas longitudinais que levam grupos inteiros do letramento à construção. É o caminho certo para a maior parte dos casos, porque capacidade estatal se constrói em escala, não no varejo.
Mas há situações em que a demanda não é coletiva. É o dirigente que precisa assinar um contrato de R$ 40 milhões em IA na semana que vem e quer entender o que está comprando. É o servidor técnico que está construindo uma solução sozinho e precisou de alguém que já passou por isso. É a equipe de cinco pessoas que herdou um sistema opaco e precisa auditá-lo antes que ele tome a próxima decisão no nome do órgão.
Para esses casos, pôr uma turma de trinta pessoas numa sala seria desperdício de todo mundo. O Gabinete existe para isso: alta densidade, baixo volume, ciclo curto. Não substitui o Programa de seis níveis — o complementa.
O Gabinete se organiza em três trilhas porque os públicos e os problemas são distintos. O método é o mesmo; o que muda é o que está em cima da mesa — e quem está sentado à mesa.
Para quem decide sobre IA sem precisar virar técnico. Preparação para assinar contratos com lucidez, fazer as perguntas certas ao fornecedor, ler pareceres e relatórios técnicos com autonomia e dialogar com a TI do órgão em pé de igualdade.
Para quem já tem um problema concreto na mesa: um processo para automatizar, um sistema para auditar, uma solução em construção que travou. Mentoria 1:1 aplicada ao problema real — não a caso fictício — com alguém que já passou pelo mesmo tipo de impasse.
Para um núcleo pequeno que compartilha um desafio. Meio-termo entre a mentoria individual e a oficina coletiva: grupo fechado, mesma unidade, problema único. Ritmo denso, decisões tomadas em conjunto, solução construída em cima da mesa.
A trilha define o quê. O ritmo define o quando e o quanto. Três formatos padronizados, combináveis com qualquer uma das três trilhas — sem pacote fechado: o ciclo é dimensionado na primeira conversa.
De 1 a 3 sessões concentradas para destravar uma decisão, um diagnóstico ou um impasse específico. Ideal para quando o cliente já sabe onde está o problema e só precisa de uma segunda cabeça competente por algumas horas.
Uma a duas semanas de imersão focada num entregável concreto: uma solução a ser construída, um contrato a ser revisado, um sistema a ser auditado. Intensidade alta, foco único, saída com artefato pronto.
Encontros regulares por 3 a 6 meses para acompanhar uma implementação, uma gestão ou um processo que evolui mês a mês. A cadeira permanece ao lado enquanto o trabalho amadurece — e é retirada quando deixa de ser necessária.
Independente da trilha e do ritmo, todo Gabinete segue o mesmo arco: começar ouvindo, combinar antes de executar, entregar algo real, sair deixando o órgão de pé.
Uma sessão gratuita de diagnóstico, sem compromisso. Entendemos o problema, a trilha que faz sentido, o ritmo compatível com a agenda e o grau de sigilo necessário. Se o Gabinete não for o produto certo, dizemos.
Proposta escrita em até cinco dias: trilha, ritmo, carga horária, entregas combinadas, cláusulas de sigilo e critério de encerramento. Nada de escopo aberto: o ciclo tem começo, meio e fim desde o primeiro papel assinado.
Encontros no ritmo combinado, sempre em cima do problema real. A cada encontro, um avanço registrado e um próximo passo combinado. O cliente conduz; o Gabinete apoia, traduz, provoca e destrava.
No fim do ciclo, um relatório curto: o que foi feito, o que ficou pronto, o que a casa já sabe fazer sozinha e o que recomendamos evoluir depois. A cadeira é retirada — se o cliente quiser reabrir outro ciclo no futuro, começa do zero, no tempo dele.
"A melhor assessoria é aquela que sabe quando parar de ser necessária."— Princípio do Gabinete · CLIC
O manifesto do CLIC diz que não somos uma consultoria. O Gabinete não contradiz isso — delimita. Quatro fronteiras que deixam claro o lugar deste produto no portfólio.
Consultoria tradicional entrega o relatório; o órgão assina por baixo. O Gabinete faz junto: a decisão, o artefato e o conhecimento ficam com quem contratou — não numa pasta terceirizada.
Curso tem ementa fixa e turma. O Gabinete tem problema real e cadeira única. Se o que o cliente precisa é formação estruturada, o produto certo é o Programa de seis níveis — e a gente redireciona.
A cadeira é temporária por princípio. Se ao fim do ciclo o órgão segue dependente, o ciclo falhou. O critério de sucesso é a autonomia recuperada, não o contrato renovado.
O Gabinete não vende software, não cobra licença, não empurra fornecedor. Trabalha com ferramentas abertas, homologadas ou já contratadas pelo órgão — o interesse é a autonomia do cliente, não a captura dele.
A primeira sessão de escuta é gratuita. Se o Gabinete for o produto certo, desenhamos o ciclo. Se não for, indicamos o que faz mais sentido — dentro ou fora do portfólio do CLIC.
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